Quais lendas conquistaram a Copa do Mundo como jogador e treinador?
Se vencer a Copa do Mundo é para poucos, imagine levantar a tão desejada taça mais de uma vez, como atleta e também como treinador. Esse grupo seleto conta com apenas três nomes – lendas, no caso. São personagens históricos dos Mundiais e referências de ter sucesso dentro e fora de campo na maior competição do planeta. A conquista como jogador já é motivo de celebração eterna, mas somar o título no comando técnico eleva o status a patamares estratosféricos, consolidando o nome na galeria dos maiores do futebol.
A lista, apesar de curta, é repleta de ícones. O primeiro a alcançar essa proeza foi Mário Zagallo. Como jogador, o craque brilhou na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, sendo peça fundamental na conquista do primeiro título brasileiro. Anos depois, em 1970, Zagallo assumiu o comando da seleção e repetiu o feito, guiando o Brasil ao tricampeonato em um espetáculo que ficou marcado para sempre na história do futebol. A genialidade tática e a capacidade de extrair o melhor de cada jogador foram seus trunfos para alcançar o sucesso. Depois dele, Franz Beckenbauer também entrou para esse seleto grupo. O "Kaiser", um dos maiores defensores de todos os tempos, conquistou a Copa do Mundo como jogador em 1974, liderando a Alemanha Ocidental rumo ao título. Em 1990, no seu país, Beckenbauer assumiu o comando técnico da Alemanha e, mais uma vez, ergueu a taça, demonstrando sua versatilidade e inteligência no futebol.
O mais recente a se juntar a essa ilustre companhia foi Didier Deschamps. O volante francês, campeão mundial em 1998 como jogador, assumiu o comando técnico da França em 2012 e, em 2018, levou a equipe ao tetracampeonato em um final emocionante contra a Croácia. A solidez tática e a experiência de Deschamps foram cruciais para a conquista, mostrando que a liderança dentro e fora de campo pode ser um fator determinante em uma competição de alto nível como a Copa do Mundo. A capacidade de Deschamps de construir equipes equilibradas e resilientes o colocou no mesmo patamar de lendas como Zagallo e Beckenbauer.
A raridade desse feito demonstra a dificuldade de se alcançar o sucesso em um torneio tão competitivo como a Copa do Mundo, seja como jogador ou como treinador. A busca por um quarto nome para integrar esse grupo seleto já se tornou um dos grandes atrativos de cada edição do Mundial. A próxima Copa do Mundo, no entanto, parece